terça-feira, 29 de novembro de 2011

(Sem título)

Soa muito clichê, mencionar coisas como o vento, a água, o mar, o céu e até mesmo meu amor. Mais clichê ainda, mencionar o próprio. Tanta liberdade de expressão, tanto amor, tanta coisa a ser dita e tão poucas as palavras que podem explicar o que passa, o que fica, enfim, o que é.
Ainda lembro da primeira vez que te ví entrando naquela sala. Das roupas mais bonitas. Das expressões mais lindas. Dos atos mais carinhosos. Dos andares mais insinuosos. Das atitudes mais sexies.
Rostos. Rosto. O teu rosto. Teu que atraí o olhar de tantos, mas de certo, não tanto quanto o meu. Teu rosto que suaviza, ameniza meu dia. Teu rosto que me olha. Teu rosto que expressa tanta força e, ainda assim, um pedido de carinho, de atenção, tão forte quanto aqueles que vem de sí.
A tua voz. O teu sorriso. Tuas curvas. Curvas tuas.
Se soubesses como te desejo. Se soubesses como és importante. Como a tua força me atrai. Como teu toque se perde em mim. Como eu me perco em ti.
Ai de mim. Ai de nós. Ai do que fosse, se da verdade tu soubesses...